No calor, enclausurado pela gravata
passo os olhos em uma
loura de vestido branco
ela tem olhos azuis, uma beleza
peculiar
do tipo que me atrai.
Fecho os olhos por um momento e
ela não está mais aqui.
Droga, nunca mais vou vê-la.
Mas o acaso foi generoso comigo, mais tarde
colocou-nos na mesma festa.
Ela está lá, linda, sentada com um drink na mão...
Cometo o erro de fechar os olhos
novamente
E como um fantasma, desaparece outra vez
nunca mais vou vê-la
A festa continua, não está igual
o som aumenta
tomo aquele comprimido e mais um gole de cerveja,
tudo vira cor...
O efeito passa, a primeira coisa que faço é
escrever este poema, agora posso dormir
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