domingo, 16 de janeiro de 2011

A loura do vestido branco

No calor, enclausurado pela gravata
passo os olhos em uma
loura de vestido branco
ela tem olhos azuis, uma beleza
                                         peculiar
do tipo que me atrai.
Fecho os olhos por um momento e
ela não está mais aqui.
Droga, nunca mais vou vê-la.

Mas o acaso foi generoso comigo, mais tarde
colocou-nos na mesma festa.
Ela está lá, linda, sentada com um drink na mão...
Cometo o erro de fechar os olhos
                                            novamente
E como um fantasma, desaparece outra vez
nunca mais vou vê-la
A festa continua, não está igual
o som aumenta
tomo aquele comprimido e mais um gole de cerveja,
tudo vira cor...
O efeito passa, a primeira coisa que faço é
escrever este poema, agora posso dormir

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